Milhas são otimização, não economia. Esse é o segredo do sucesso nesse ramo.
- Vida Milhas

- 21 de abr.
- 2 min de leitura
A mentalidade de quem utiliza milhas costuma ser baseada em otimização de recursos.
Guarde esse termo.
Não é economia. Milhas são otimização.
Economizar demais às vezes prejudica a experiência. No ímpeto de gastar metade do valor para a sua viagem sem entender de fato onde pode e deve reduzir seus custos, você pode acabar se hospedando num hotel com localização ruim, pegando voos com várias escalas e em horários desconfortáveis, e até mesmo deixando de ir em um passeio que seria inesquecível e mudaria totalmente a sua experiência.

A ideia aqui não é fazer viagens low budget, e nem economias “insignificantes” como “cortar o cafezinho”.
A ideia de quem usa milhas é fazer uma viagem melhor pelo mesmo valor de uma viagem “normal” (ou até menos).
Você se planeja para passar 7 dias na Itália, viajando em classe econômica. Para isso, imagina gastar por pessoa cerca de R$ 7.000 em passagens aéreas, R$ 5.000 de hospedagem e mais R$ 5.000 em alimentação, passeios, transportes, experiências, totalizando R$ 17.000 por pessoa.
Mas aí, você entende que utilizar as suas milhas com estratégia pode otimizar este seu plano inicial. Como?
Ao invés de R$ 7.000 de passagem por pessoa, você descobre que é possível emitir esse mesmo voo com milhas e pagando apenas R$ 600 de taxa de embarque. Além disso, você também percebe que pode pagar sua hospedagem e o show que tanto queria assistir com os pontos que tem acumulados em um programa de fidelidade.
Tudo isso, sem desembolsar nenhum real a mais. Muito pelo contrário, estamos falando de otimizar até 60% do seu dinheiro, além de acumular muitos pontos e poupar o seu tempo.
Tudo isso usando milhas associado ao conhecimento certo.
Isso é otimizar recursos: fazer muito melhor gastando o mesmo, ou fazer igual gastando menos.
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