Usando IA para gestão de milhas e passagens. Dá certo?
- Vida Milhas

- 21 de abr.
- 1 min de leitura
Você provavelmente já é usuário ativo de alguma Inteligência Artificial. Seja o Gemini do Google, ou o ChatGPT, ou até algumas mais alternativas, como Grok ou Claude.
O fato é que essas ferramentas já nos ajudam muito no dia a dia em diversas tarefas, como respostas rápidas para perguntas do dia a dia, resumos de textos ou geração de imagens e vídeos.
No universo das viagens, elas podem ser utilizadas como assistentes em algumas consultas de preços, conexões e na elaboração de versões iniciais de roteiros de viagens, otimizando rotas, trazendo sugestões de acordo com as preferências de cada perfil.

Porém percebemos uma série de falhas quando usamos IA para gestão de milhas: realizamos testes voltados para adequação de cartões e cotações de passagens e hospedagens. Ainda que se inclua nos prompts algumas características do perfil da pessoa, as ferramentas ainda não são capazes de cruzar todas as informações versus todas as oportunidades vigentes, trazendo as melhores soluções.
Como em várias profissões, as IAs entram como fortes auxiliares em termos de processos, atividades operacionais, buscas de informações, mas o pensamento estratégico direcionado por humanos experts no assunto, com uma abordagem personalizada e especializada, como a equipe da Vida Milhas, continua e continuará fazendo toda a diferença para obtenção dos melhores resultados e experiências.
E você, quais suas impressões sobre a utilização da IA para as atividades da sua área de especialidade? Me conte nos comentários!
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